sexta-feira, 18 de março de 2016

► #oamorcomeça: Sol, amor & verão - cap. 2

Capítulo 02 

No dia seguinte, logo pela manhã, os amigos se encontram em frente ao colégio. O pai de Igor os levou até o lugar combinado. Tá certo que não era a grande chácara que eles imaginavam, mas “era o que tinha pra hoje”. Ali havia um pequeno salão onde funcionava uma espécie de lanchonete que servia alguns visitantes durante os finais de semana em períodos de alta temporada. Logo na entrada havia uma casa, onde moravam os avós de Guilherme e ao fundo, havia uma piscina média e à direita um campo de grama. O espaço era rodeado por árvores altas e de sombra, que davam pra armar redes.

Logo que chegaram, cada um dos garotos começou a preparar e a organizar suas coisas. Já que não havia ninguém na lanchonete, decidiram montar as barracas ali mesmo. Caso chovesse ou ventasse muito, estariam protegidos. Depois de tudo arrumado, as meninas foram se trocar, Igor e Guilherme foram dar uma volta e Dante se sentou debaixo de uma árvore que fazia uma enorme sombra.

Ele sabia que era um dia pra se divertir, interagir com o pessoal, mas por via das dúvidas levou alguns livros, caso se sentisse só, mesmo no meio da galera. A piscina tinha uma cara muito boa e refrescante. Mas como ele era claro demais, iria ficar vermelho rapidinho . Da última vez não foi nada agradável, mal conseguiu dormir durante uma semana - e não queria passar por aquilo novamente. Então, sombra e um bom livro eram o suficiente pra ele naquele momento.

Enquanto trocava de capítulo, Dante observou as meninas descendo em direção à piscina. Estavam lindas. Marina principalmente. Apesar do calor, nenhuma delas colocou biquíni. Preferiram vestir roupas leves. Marina estava com uma blusinha e shots rosa que faziam quase um degradê com o seu calçado e com a tolha que carregava. Dani vestia uma blusinha laranja e shorts azul e levava uma garrafa grande de suco. Já Carol vestia calção de futebol largo e uma camiseta azul, e claro, seu inseparável boné. O que fazia muito sentido usar naquele dia quente, com sol à pino, já quase às 11h da manhã.

Ao se aproximar de Dante, Marina deu um sorrisinho e ele ficou todo sem graça, sem conseguir disfarçar que estava olhando pra ela. Tentou fingir que estava concentrado em alguma coisa na página em que estava lendo, mas logo percebeu que de alguma forma o livro estava virado ao contrário. Aí sim, ele ficou ainda mais sem graça e se sentindo como um idiota.

Foi então que Carolina acenou pra ele, e mexeu com a cabeça em sinal de reprovação:

-Mas você não se cansa menino? Só por hoje deixe esses livros de lado!

- É, vem sentar com a gente! – Disse Dani.

Ele esperou que Marina dissesse algo, mas não o disse, ela apenas sorriu.

- Depois eu vou! Estou chegando numa parte muito interessante do livro. – Disse ele, envergonhado.

Tudo bem! – Finalizou Carolina antes de darem os próximos passos em direção à piscina.

Dante então ficou se questionando se tinha sido uma boa ideia ter ficado ali ou tê-las acompanhado. Ainda mais depois que as ouviu rindo ao chegarem à beira da piscina.

- Com certeza estão rindo de mim. – Pensou ele.


Já à beira da piscina, as meninas começaram a rir ao perceberem que Dani estava calçando um chinelo de cada cor. Depois disso, encontraram um cantinho da piscina com um pouco de sombra e estenderam as tolhas sob a grama. Do outro lado, Igor e Guilherme estavam deitados em cadeiras de praia e tomando sol há alguns minutos e não demorou muito para que Guilherme pagasse no sono. Dani, Marina e Carol já sentadas sob suas respectivas toalhas, começaram a tomar suco de uva enquanto conversavam. Já Dante não conseguia tirar os olhos de Marina. Em algumas vezes, ela retribui o seu olhar e ele se derretia todo, enquanto tentava se esconder atrás dos livros.

- Meninas! Estou morta de cansaço e de sono - diz Dani, que sempre foi a mais preguiçosa e dorminhoca da turma.

- É melhor você se acostumar, meu bem. Porque na segunda-feira começa tudo de novo. Acordar cedo, tomar banho e correr pra chegar à tempo na primeira aula – responde Carol.

- Mas eu acho que agora nesses dias vamos poder descansar bastante. Apesar de ser só um final de semana. Na verdade nem todo um final de semana, masss... É uma pena que nem todos puderam vir. Ia ser muito legal. – Marina diz um pouco triste.

- Fica assim não amiga. Eles que perdem. E cá entre nós, tá melhor só a gente aqui mesmo. Não iria suportar o trio das populares dando seus chiliques e contando sobre as suas viagens e estadias em hotéis caros de Santa Catarina.

- Nem me fala viu. Eu tenho uma raiva de pessoas assim. Que querem se aparecer pelo dinheiro e as coisas que tem – Carolina já começa a ficar nervosa, suspira, mas logo se acalma.

– Mas o pior mesmo, são aqueles que não tem nada e se acham a última bolacha do pacote.

- Com certeza – concorda Dani.

- De uma coisa eu sei, em meio de tanta superficialidade, amo muito o carinho que recebo de vocês, pois sei que é sincero – Marina olha para o lado onde estão Guilherme e Igor e depois para Dante. Bom, pelo menos entre as meninas.

– O que você quis dizer com isso? – Carolina não entende e Dani muito menos.

Percebendo que não entenderam seu desabafo, Marina deixa pra lá e pede para que Dani a sirva mais suco. Após alguns momentos de silêncio, e cada uma das meninas deitadas sobre suas toalhas, Marina se senta novamente e interrompe o silêncio entre elas.

- Sabe meninas, estive pensando agora, e logo vamos terminar o colegial, e não seremos mais adolescentes. Vamos crescer, ser adultas e ir por caminhos diferentes. E pode ser que algum dia percamos o contato e não sabemos se vamos nos ver novamente algum dia.

- Nossa, mas que deprê. Por que você foi me lembrar disso? – diz Carol coçando os olhos pela claridade.

- É verdade! E se nos vermos, não vai ser a mesma coisa... – Dani começa a ficar triste com a situação.

- Até porque cada uma vai pra um lado. Eu vou fazer Educação física, a Dani moda e a Mari quer ser jornalista. E ainda por cima em faculdades diferentes – conclui Carolina.

Do outro lado, ao sentir o sol muito quente, Igor se levanta e vai até as meninas e percebe suas caras de desânimo. As meninas contam sobre a conversa que acabaram de ter e Igor diz para que eles se reúnam e façam um fogueira e coloquem uma música para dançar, ou algo do tipo antes de irem dormir. As meninas acreditam que não seja uma boa ideia, por os avós de Guilherme morarem ali. Igor diz que eles não se importam, desde que o barulho vá até determinada hora. As meninas se empolgam e ao olhar para debaixo da árvore onde Dante estava, Marina percebe que ele havia sumido de lá. Antes de dizer algo, é interrompida por Carolina.

– E o que aconteceu com o Guilherme pra até agora não ter vindo aqui?

– Eu acho que ele dormiu – responde Igor desinteressado.

– Será que a gente deve avisar ele? – Dani sarcástica.

– Deixa ele se torrar um pouquinho. Igor responde. Ele disse que vai fazer - fazendo um gesto engraçado e uma entonação de voz divertida - uma limpeza de pele quando voltar pra cidade.

Todos riem, menos Carolina que se sente um pouco irritada com a brincadeira e resolve ir até o banheiro.

– Acho melhor acordarem ele. Ele vai ficar insuportável se sair uma manchinha sequer em seu belo rosto. Eu vou no banheiro, depois a gente se vê.

- É gente, acho que a Carol tem razão. Concorda Marina, que em seguida começa a gritar:

- Guilherme! Guilherme!

Ao perceber que ele não responde, os três se levantam e vão até onde Guilherme está deitado. Ao tocar no braço de dele, Marina o percebe muito quente. Então após algumas chacoalhadas, ela resolve gritar novamente:

- Guilherme! Guilherme!

Ele acorda assustado e ao perceber que todos estão olhando pra ele preocupados, ele se desespera.

– Que que foi? Meu Deus... Sol...

Ele começa a tocar seu rosto e o percebe muito quente.

- Meu rosto... Ah meu rosto!

Quer conhecer os personagens dessa história e muito mais?

Perdeu o capítulo anterior?

Não perca o próximo capítulo, na próxima sexta-feira!
Até lá! 

William Brandão

quinta-feira, 17 de março de 2016

► Simplesmente, deixe-me ser...


Se sua vida não for conforme seus sonhos, sonhe conforme sua vida;

Se em sua vida eu não puder ser seu amor verdadeiro, deixe-me ser seu amor passageiro para te dar um momento de alegria;

Se eu não puder ser a felicidade que tanto procura, deixe-me ser apenas um momento de ternura para te fazer sorrir;

Se eu não puder ser o sol da sua vida, deixe-me ser apenas um raio de luz para iluminar seu caminho;

Se eu não puder ser o que você deseja, deixe-me ser uma miragem para descrever seus sonhos;

Se eu não puder ser a verdade que você admira nas pessoas, deixe-me ser uma ilusão que se perde com o passar o tempo;

Se eu não puder ser seu amor, deixe-me ser seu amigo para completar suas horas vagas;

Se eu não puder ser algo real em sua vida, deixe-me ser seu sonho e fantasia para te fazer feliz;

Se eu não representar nada em sua vida, deixe-me ser um eterno apaixonado por você.


Autor desconhecido 


Revendo uns papeis antigos meus, encontrei esses versos. 
Não fui eu quem escreveu, mas quando eu li, achei tão bonitinho que resolvi copiar.
E ficou guardado até eu reencontrar novamente e trazer aqui.

:)

Até a próxima! 

terça-feira, 15 de março de 2016

► “O guardião” - E se o amor estive mais próximo do que você imagina?



Mistério e muito suspense são as particularidades que definem este livro. Um romance diferente do que estamos acostumados quando pensamos em Nicholas Sparks, que sempre nos surpreende com suas palavras delicadas e detalhadas. Este livro, claro, contém todas as características de Sparks, mas dessa vez, ele acrescenta ingredientes à trama: muita ansiedade, página por página.


A história se passa entre um "trio" amoroso, com Julie, Mike e Richard. Julie, uma jovem que encontra o grande amor em Jim, mas um câncer acaba com toda essa felicidade. E então, ela recebe uma encomenda muito especial, mas um pouco peculiar, depois de quarenta dias após a morte de Jim. O presente é um tanto estranho, mas muito fofo, um cachorro dinamarquês e um bilhete de Jim, que promete cuidá-la para sempre.


Quatro anos mais tarde, Julie se sente preparada para um novo romance, afinal, sua única companhia é o Singer, seu fiel escudeiro dinamarquês, um cachorro muito grande e estabanado. Para isso, vai a muitos encontros, mas nada que a chame a atenção. Até que surge Richard Franklin, um engenheiro charmoso, romântico e simpático, que a trata como uma verdadeira rainha. Um sonho de qualquer mulher.
Julie então se sente animada com o novo afair, como a muito tempo não se sentia. Mas por algum motivo, ela não está a vontade de contar seus sentimentos a Mike, o melhor amigo de Jim. E claro, ele sente um desconforto ao vê-los juntos. Mike a amava não só como amiga e seus sentimentos eram muito fortes por Julie, então ela se viu dividida entre o melhor amigo e o charmoso engenheiro.


Ela toma uma decisão, e mal sabia que essa escolha a traria momentos tão difíceis e desesperadores, e um tanto perigosos para sua vida. E cada página envolve o leitor de uma maneira que queremos saber o desfecho dessa história.


Romance aliado a momentos tensos que nos fazem chorar. Até que a conclusão nos surpreende e descobrimos quem é o verdadeiro guardião. Há morte? Sim, mas uma delas nos alivia, a outra nos faz chorar.


Eu garanto uma sentada de leitura, porque foi um dos livros mais rápidos que já li e recomendo. E para mim, merece um filme!


O Guardião - Seu grande amor pode estar mais perto do que você imagina!


Até a próxima!

sexta-feira, 11 de março de 2016

► #oamorcomeça: Sol, amor & verão - cap. 1

Capítulo 01

O último verão passou rápido para os garotos que acabaram de terminar o 2º ano do Ensino Médio. É final de fevereiro e nenhum deles está afim de que chegue o fim do verão e o começo das aulas. Estão certos de que é o último ano do colegial, mas o primeiro de muitos desafios que apenas começam. Dizem que todo fim implica em novos começos e querendo ou não, a vida é assim. Nada termina, apenas ciclos se finalizam e dão início à novas coisas.


Pra tentar animar um pouco a galera, se encontrar, relaxar e aproveitar o sol – quente e por vezes insuportável -, Marina, a líder de turma – que com certeza continuaria no cargo durante o próximo ano – pensou em organizar um passeio longe da cidade, saindo no sábado e voltando no domingo de manhã. Algo como campo, praia, piscina ou, enfim... Em que todos pudessem se reunir e curtir o final de semana entre amigos. Mas claro, tudo com respeito e sem bebidas alcoólicas.


Foi difícil conseguir reunir todo mundo e que todos concordassem, afinal, sua turma é a mesma desde a oitava série e poucas pessoas entraram desde então. Só Guilherme, que veio da capital – e que fica pegando no seu pé desde o ano anterior. Mesmo todos se conhecendo desde então, sua turma nunca foi muito unida, apenas alguns grupinhos que se uniam com outros grupinhos. Então, já sabia que se conseguisse mais de 15 pessoas seria muita coisa.


O passeio seria logo após o fim das aulas, em dezembro, mas acabou que várias coisas foram acontecendo, pessoas viajando, festas chegando... e tudo teve que ser adiado. Mas Marina não queria perder a oportunidade de sair um pouco da rotina e responsabilidades do dia a dia, já que nas férias sempre tinha que ficar cuidando dos primos, enquanto sua tia saía para visitar os parentes e velhos amigos com a sua mãe. Não é que eles fossem chatos, mas não queria ter que ficar com eles enfornada em casa, só isso.


Foi difícil encontrar algo que pudessem fazer naquele último final de semana antes de começarem as aulas. Quando estava a ponto de desistir, Guilherme apareceu com a ideia de irem para a chácara de seu avô. No começo pensou em não aceitar, mas como era fim de temporada, tudo estava muito barato, e teriam adultos por lá, por qualquer coisa. Então ela fechou e avisou todos os amigos.


Na quadra de baixo estava Dante. Passou todas as férias em casa e mal saiu no portão. Só quando Igor o chamou algumas vezes para ir até a sua casa jogar videogame. Mas ainda assim, foram poucas vezes. Dante sabe da responsabilidade que implica estar indo para o terceiro ano do ensino médio. Ao final daquele ano ele precisava ter a maior certeza absoluta – se é que essa expressão existe – de qual profissão iria seguir dali pra frente. Era uma responsabilidade enorme. Seus pais não ficavam tanto no seu pé, mas sempre perguntavam qual faculdade ele escolheria no próximo ano. Ele ficava aflito de responder, porque não sabia exatamente o que queria fazer “para o resto da sua vida”.


Além disso, estava cansado de ficar com cara de bobo toda vez que via Marina passar ou quando eles por acaso tinham que fazer um trabalho juntos. Tá, sempre teve cara de bobo, mas ultimamente não conseguia disfarçar. Nem um pouco. Isso tudo não seria um grande problema se ele não fosse tímido. Se ele tivesse coragem de dizer o que sente talvez tudo já tivesse se resolvido. Mas sua insegurança o deixava um pouco paralisado. Mas isso já tinha se tornado um objetivo para o ano. Saberia o que fazer da vida e tentaria dizer o que sente para Marina. Ou pelo menos um dos objetivos tinha que cumprir. Ou pelo menos tentar.


Quando soube do passeio pensou em não ir, porque Guilherme estaria lá e ele não estava afim de interromper o seu momento de paz, calmaria e tranquilidade até as 7h30 da manhã da próxima segunda-feira. O último ano foi terrível com as provocações de Guilherme, mas nesse ano tentaria não dar tanta bola pra isso. Não faria nada – nada diferente do que sempre fez. Mas dessa vez tentaria não ficar triste ou emburrado com as palhaçadas e piadinhas do carinha popular. Mas pensando bem, Marina estaria lá e isso seria legal. Apesar de não ser tão amigo, Igor também, e Dani e Carol. Talvez fosse legal. Por via das duvidas ele se trancaria em sua barraca e sairia de lá quando fosse a hora de ir embora.


Marina ficou surpresa ao saber que apenas ela, Guilherme, Dani, Carol e Igor iriam. Mas pelo menos suas amigas estariam lá. Sentiu-se um pouco triste por mais ninguém ir. Mas já que era o jeito – e como já tinha confirmado também...


Enquanto fazia a relação das coisas que teria que levar e organizando quanto cada um deveria contribuir, ficou surpresa com uma mensagem de Igor dizendo que Dante também iria. Marina assim que leu, deu um risinho de leve e pensou em voz alta:

- Dante? Mas ele nunca sai pra nada! Essa eu quero ver.


Quer conhecer os personagens dessa história e muito mais?

Não perca o próximo capítulo, na próxima sexta-feira!
Até lá! 

William Brandão

quinta-feira, 10 de março de 2016

► Clase 406, a novela cheia de "Rebeldes"

Bom, estou aqui para falar hoje da novela Clase 406, novela que estreou em 2002 e teve muitos atores conhecidos aqui no Brasil pelos personagens em Rebelde. Ainda não foi exibida no Brasil (e muito provavelmente não seja. O por quê? Logo explico!)


Clase 406 (Classe 406 ou Sala 406, como vocês preferirem) foi uma uma telenovela juvenil mexicana, dividida em quatro temporadas. Exibida pela Televisa entre 1 de julho de 2002 e 31 de outubro de 2003 em 349 capítulos, foi baseada na série colombiana Francisco el matemático. É uma das novelas mais longas da Televisa, claro, juntamente com a própria Rebelde (2004-2006), com 440 capítulos.

Nesta novela, produzida por Pedro Damián, o mesmo de Rebelde, temos como protagonistas nomes já conhecidos aqui, como os RBD's, Dulce María (como Marcela) e Christian Chávez (como Fernando "Fercho"), Alfonso Herrera (como Juan David "Juancho") - ele começa com pequenas aparições e depois se integra à "Clase 406" durante a primeira temporada; e Anahí (como Jéssica) - que entra na terceira temporada, à partir do capítulo 150. Além de outros nomes conhecidos aqui no Brasil, como Sherlyn, a Rosa de Cuidado com o Anjo (como Gabriela "Gaby") que acaba sendo a maior protagonista da novela, Aarón Diaz (como Enrique "Kike") Mariano em Teresa, Grettel Valdez, a Prof. Renata em Rebelde (como Daniela), também fazem parte. E também de outros nomes pouco conhecidos como Francisco Rubio (como Carlos "Caballo"), Irán Castillo (como Magdalena) e Sara Maldonado (como Tatiana).


A história se passa na "Preparatória Rosário Castellanos" ou "Prepa 10 (diez)" um colégio público localizado num bairro pobre e violento. Os alunos estão fazendo o equivalente ao nosso Ensino Médio, (1°, 2° e 3° anos). Começam na Clase 406, mas ao passarem de ano vão para o 506 e o último, 606. O nome Clase 406 continua por ser o nome do grupo de amigos, formado naquele ano.

Até a "Clase 506" (ou segunda temporada), os amigos contam com o apoio do dedicado professor de matemática, Francisco, que além de professor, se torna um grande amigo fora do colégio e presente em vários momentos da vida dos personagens, e por consequência, se metendo em confusões, tudo para ajudar os seus alunos a enfrentarem os desafios e a fazerem as escolhas adequadas.

Clase 406 possui todos os ingredientes tradicionais que uma novela adolescente precisa ter, como os primeiros amores, o amor em geral, dos adultos, de melhores amigos, valores, a amizade, a luta por um sonho e por uma vida melhor, as escolhas e suas consequências,etc.


Sem falar no figurino, que por muitas vezes, chega a ser engraçado, mas fazia sucesso na época em que a novela foi gravada. Tirando os aparatos tecnológicos, uma história atemporal, que pode acontecer em qualquer lugar.


Me identifiquei muito com essa história. Pra mim, em alguns quesitos, comecei a gostar mais de Clase 406 do que Rebelde. Pelo menos, com a minha realidade, de escola pública, sim. Em Clase 406 haviam muitas externas, além de haver sido gravado nas dependências de um colégio de verdade.


Os temas são diversificados e é uma novela pra quem gosta de emoções fortes. Eu recomendo para maiores de 14 anos, pelos temas retratados como a gravidez na adolescência; sexo, drogas, violência familiar, entre outros assuntos mais fortes... Na real, é o oposto de Rebelde, que se comparada à Clase 406, esta seria "quase uma novela infantil".

E por esses temas serem retratados de uma maneira mais intensa, a novela poderia ser classificada para maiores de 12 anos no Brasil, e com isso, tendo ser de exibida depois das 20h. Seria pouco provável o SBT exibir a novela, por ter de transmiti-la à noite, e já tendo como tradição novelas mais leves/infantis para a família neste horário. Mas tudo pode acontecer, há boatos de que ela esteja sendo dublada.

Se vocês darem uma pesquisada na internet, encontram todos os capítulos com o áudio original (em espanhol) de graça e com alta qualidade, postados pela própria Televisa. Consegui assistir em seis meses. Geralmente via dois capítulos por dia, mas conforme a história ficava interessante, assistia 3 ou 4 e pulava as partes mais chatas.


Curiosidades: Esta novela foi a estreia de Alfonso Herrera e Christian Chávez e a primeira protagonista de Dulce María. Também foi onde Dulce María e Alfonso Herrera se conheceram e começaram a namorar na vida real. Na novela, eles se tornam namorados na terceira temporada. Também foi onde Christian começou a pintar o cabelo de várias cores e depois sugerido que fizesse o mesmo em Rebelde.

Muitos atores de Rebelde estão nesta novela. Entre eles, a professora Hilda,  Alice, o diretor Pascoal, Pilar, que é irmã de Juan David, o Guilherme, que aqui é o diretor, destaque também para a entrada do vilão Leonardo (que é o Carlo, o tio da Mía) na quarta temporada, no famoso lobo em pele de cordeiro. Responsável por grandes cenas de tensão e ação da história. Há também outros rostinhos conhecidos no Brasil das novelas mexicanas adultas.

Veja duas aberturas:

 
 
 
Se quiserem conhecer mais um pouquinho mais dessa novela, com resenha e tudo, visitem:
"Resenha final" de Clase 406 (parte I)
Até a próxima!

quarta-feira, 9 de março de 2016

► Só quem sonha é feliz até o fim!

Só quem sonha é feliz até o fim! ⭐ #oamorjavai
Publicado por O amor já vai começar em Quarta, 9 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

► O amor começou. E eu nem percebi!

  
Às vezes o amor começa à primeira vista.

Mas nem sempre é assim. 

Às vezes ele começa na segunda, terceira, quarta ou até mesmo na quinquagésima nona vez.

Ele começa na maioria das vezes assim do nada e você nem percebe.

Começa num sorriso simples, mas que chama um pouco mais de atenção. 

Depois os cumprimentos são um pouco mais demorados e os abraços se tornam um pouco mais apertados.

E você começa a perceber finalmente qual é a verdadeira cor dos olhos, por aquele olhar que durou um pouco mais que o último. 

Começa a perceber até as machinhas no rosto e quando se dá conta, percebe coisas que simplesmente nunca havia reparado ou se dado conta, apenas com um simples olhar. 

De repente, assim do nada você sente seu rosto corar ou seu coração acelerar e bater mais forte quando estão próximos. 

As palavras fogem e você não consegue dizer nem metade das coisas que queria dizer e sente aquele nó na garganta. 

Quando não se vem com tanta frequência você sente aquela angústia de apertar o peito e olha várias vezes no celular esperando uma mensagem ou uma ligação, mas ela nunca chega.

Quando sabe que finalmente se verão, fica ansioso muitas horas antes do combinado, só de saber que finalmente voltará a ver seu sorriso e ouvir sua risada.

Aí você escolhe a roupa mais bonita e o seu perfume preferido.

E quando você se dá conta, não consegue pensar em outra coisa.

Todos os seus pensamentos te levam até lá. 

Por mais que você tente desviar ou esquivar, é impossível. 

Talvez isso seja o que chamem de amor, ou simplesmente uma paixão passageira.

Pra falar a verdade, eu não sei.

Só sei que todos os dias me pergunto:

"Quando isso começou que eu não percebi?"


Nem preciso dizer quando esses versos foram escritos, não é? :D
Sempre quando eu ouvia (e via) as pessoas morrendo de amor, eu achava bobeira.
(Até eu estar na mesma situação.)
Cara, é tenso demais, mas é uma sensação boa.
E o que dizer? O amor muda o mundo! :)

Até a próxima! 
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